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Aracaju,11/01/2026

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Avaliação do Pix em relação ao dinheiro físico

bcb.gov.br
Avaliação do Pix em relação ao dinheiro físico



Introdução


Este estudo compara o uso do Pixi com o uso do dinheiro físico
ii
. O uso do dinheiro físico, todavia, não consiste em variável diretamente observável,
requerendo, portanto, a escolha de
proxies ou de métodos para estimá-la. A presente análise apresenta as formas de mensuração do uso do
dinheiro físico apontadas pela literatura, bem como utiliza
proxies recomendadas para compará-lo com o uso do Pix. Por fim, este estudo estima a redução percentual do
dinheiro físico dado um aumento de 1% no Pix desde a implementação desse instrumento no Brasil.

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Os meios de pagamentos e os sistemas que os liquidam são fundamentais para o bom funcionamento da economia,
permitindo a troca de recursos entre os agentes econômicos (Rysman & Schuh, 2017) e a inclusão
financeira
. Os principais meios ou instrumentos de pagamentos
iii disponíveis no País nos últimos anos são: o Pix; o dinheiro físico; as transferências de crédito,
dentre estas a transferência eletrônica disponível (TED), o documento de crédito (DOC), a transferência especial de
crédito (TEC) e as transferências interbancárias; as cobranças, dentre estas o débito direto (automático), o boleto
de pagamento e o convênio; os cartões (crédito, débito e pré-pago) e o cheque.


Em virtude dos avanços tecnológicos, os instrumentos de pagamentos têm evoluído em eletronização,
proporcionando eficiência, fluidez e bem-estar para seus usuários e para a sociedade
. O processo de
eletronização dos meios de pagamento tem impactado a forma como as transações financeiras são realizadas no Brasil,
impulsionado por fatores como a conveniência e a segurança oferecidas aos consumidores.
Sampaio e Ornellas (2024) concluíram que o Pix trouxe uma revolução financeira ao Brasil, promovendo a
digitalização da economia e a redução das transações em dinheiro físico
. Utilizando dados sobre
enchentes como instrumentos na análise, os autores revelaram que o uso do Pix aumentou significativamente após esses
eventos, tanto para indivíduos quanto para empresas. Além disso, o Pix impulsionou o crescimento de contas
bancárias, o acesso ao crédito e a utilização de produtos bancários, beneficiando igualmente bancos tradicionais e
digitais. O estudo também mostrou que o Pix incentivou o uso de outros métodos de pagamento, como boletos,
transferências bancárias, cartões de crédito e débito.

A utilização da moeda física, por seu turno, implica altos custos de circulação, de armazenamento e de distribuição,
bem como está associada a problemas como a corrupção, a lavagem de dinheiro e a segurança. Ainda, compensa mencionar
as restrições do uso do dinheiro em espécie para realizar transações não presenciais, sobretudo diante da relevância
crescente do comércio eletrônicoiv para a sociedade nos últimos anos.

A migração para instrumentos eletrônicos como o Pix tem o potencial de gerar economia de cerca de 1% do Produto
Interno Bruto - PIB, considerando estimativas de que custavam até um terço dos instrumentos em papel (BCB, 2007). Os
resultados obtidos pela nota publicada pelo BCB (2007) mostram-se robustos e condizentes com os da literatura
internacional. Os custos sociais dos instrumentos de pagamento foram estimados de forma indireta, com base em custos
internos do setor bancário e no número de pagamentos realizados pelos bancos. Os custos, portanto, são explicados
por produtos de pagamento e por insumos utilizados na produção e são representados por funçõesv translog
estimadas pelo método dos mínimos quadrados generalizados factíveis (feasible generalized least squares -
FGLS).


Bech et al. (2018) analisaram os determinantes para os três tipos de demanda por dinheiro físico apontados
por Keynes (1936), para transações, por precaução e para especulação
. Os autores consideraram
proxies para representar cada variável dependente, medidas em proporção do PIB:vi total da
demanda por dinheiro, demanda por notas de baixo valorvii (representa a demanda para transações) e
demanda por notas de alto valor (demanda para reserva de valor e para especulação). Com dados anuais de vinte países
entre 2000 e 2016, os autores mostraram que a idade média da população e a demanda por dinheiro total e para
transações são positivamente correlacionadas. Já o PIB
per capita mostrou-se negativamente correlacionado com a demanda total e com a demanda para transações. O
custo de oportunidade (taxa de juros) mostrou-se negativamente correlacionado com a demanda total e com a demanda
para reserva de valor.


Khiaonarong e Humphrey (2019) estimaram o uso do dinheiro físico em onze países entre 2006 e 2016,
a partir de
proxies como a participação do valor da moeda em circulação em relação ao PIB, o valor do consumo doméstico
menos o valor dos pagamentos realizados com os meios substitutos do dinheiro físico, o uso da moeda física relatado
em diários de pagamentos e a participação do valor dos saques em dinheiro em relação ao valor dos pagamentos
realizados com dinheiro físico e com substitutos do dinheiro. Ao utilizar esse denominador em detrimento do consumo,
torna-se desnecessário estabelecer hipóteses acerca da parcela do consumo objeto do dinheiro (como apartar compras
de baixo valor pagas à vista).


Após mostrarem que o declínio do uso de dinheiro em espécie está amplamente associado à mudança demográfica,
Khiaonarong e Humphrey (2019) vincularam o nível de uso de dinheiro em espécie à provável demanda por
central bank digital currency (CBDC) nos diferentes países
. A demanda por moeda digital será,
segundo os autores, fraca em países onde o uso de dinheiro em espécie já é muito baixo, devido à preferência por
substitutos de dinheiro (cartões, dinheiro eletrônico, pagamentos por celular). Onde o uso de dinheiro em espécie é
muito alto, a demanda deve ser mais forte, devido à falta de substitutos de dinheiro em espécie. Os autores, ainda,
recomendaram utilizar o valor dos saques em dinheiro em relação ao valor dos pagamentos viabilizados por
esses somados aos pagamentos efetuados pelos substitutos mais fortes do dinheiro (cartão e moeda eletrônica)
viii
.





Proxies do uso do dinheiro físico e do uso do Pix


A participação (ou market share) do valor dos saques e a participação da quantidade dos saques
foram as
proxies selecionadas para mensurar o uso da moeda física
ix
. Tais
proxies, inspiradas na literatura exposta e nos dados disponíveis, foram calculadas em relação ao total
transacionado com os instrumentos de pagamentos disponíveis. A equação (1) representa o
market share dos saques em valor (v) e a (2), o
market share dos saques em quantidade (q).


(1) Mkt (Saque)v=


Saquev


Saquev + Chequev + Cartão de débitov,
créditov e pré-pagov + Transferênciasv +
Cobrançasv + Pixv






(2) Mkt (Saque)q=


Saqueq


Saqueq + Chequeq + Cartão de débitoq,
créditoq e pré-pagoq + Transferênciasq +
Cobrançasq + Pixq






O uso do Pix foi mensurado mediante o (i) market share do valor de transações realizadas com o Pix e o (ii)
market share da quantidade transacionada com Pix, ambos em relação o total de operações efetuadas com os
instrumentos de pagamento disponíveis
. As equações (3) e (4), portanto, refletem a perspectiva de que o
instrumento de pagamento instantâneo pode ser utilizado para qualquer transação
x , concorrendo com os demais meios de pagamentos, embora não apresentem necessariamente as mesmas
funções e características
xi.





(3) Mkt (Pix)v=


Pixv


Saquev + Chequev + Cartão de débitov,
créditov e pré-pagov + Transferênciasv +
Cobrançasv + Pixv






(4) Mkt (Pix)q=


Pixq


Saqueq + Chequeq + Cartão de débitoq,
créditoq e pré-pagoq + Transferênciasq +
Cobrançasq + Pixq







Análise descritiva dos resultados das proxies do uso do dinheiro físico e do uso do Pix





Gráfico 1 - Market share do valor dos saques e do Pix (%)










Gráfico 2 - % Market share da quantidade dos saques e do Pix (%)










O market share do Pix supera o do dinheiro físico, mensurado pelos saques (em valor e em
quantidade), em 2021T2
. O Gráfico 1 compara o market share do valor transacionado com Pix, que
atingiu 23,6% em 2024T3, ao market share do valor dos saques realizados entre 2021T1 e 2024T3
xii. O Gráfico 2 apresenta o market share da quantidade de transações realizadas com o Pix, que
alcançou 44,5% em 2024T3, comparativamente ao market share da quantidade dos saques. O surgimento do Pix e
a crescente inclusão digital financeira, também impulsionada pela pandemia, pode ter contribuído para a queda do uso
do dinheiro físico, uma vez que os meios de pagamentos instantâneos podem ser considerados como substitutos quase
perfeitos do papel moeda no que tange à função de troca por bens e serviços.

A queda da proporção dos pagamentos em dinheiro físico também é observada em pesquisa gerenciada pelo BCB sobre o
uso de meios de pagamentos por amostra da população brasileira (2023). A partir do método de coleta de informações
provenientes de diários de pagamentos registrados pelos cidadãos pagadores, a pesquisa revelou que a proporção dos
pagamentos em moeda física reduziu-se em 36 pontos percentuais entre 2019 e 2023, passando de 77% para 40,5%. O Pix
responde por 24,9% da quantidade total de pagamentos efetuados pela amostra de cidadãos pagadores
xiii .






Análise empírica das variações do dinheiro físico em relação às variações do Pix


Estimou-se modelo simples de regressão log-log em que o coeficiente de inclinação da variável exógena
representa a variação do dinheiro físico (yi) que vem acompanhada da variação de 1% no Pix
(xi).


Para cada aumento de 1% no valor transacionado com Pix, os saques, em valor, diminuem, em média,
0,083%
. Considerando os saques, em valor, como
proxy do dinheiro físico (Tabela 1), o coeficiente estimado do Pix, em valor, é igual a -0,083, com
significância estatística de 1%
xiv. O coeficiente de determinação (r2 ajustado), que representa o percentual da variável
endógena explicado pela exógena, de 0,51%, indica que a regressão explica 51% dos dados. O teste de significância
global de 1% sugere que o modelo melhor se ajusta com intercepto.xv xvi






Tabela 1 – Modelo simples de regressão duplo log, em valor.
(yi )=log(Saques em valor)
log (Pix)
-0.083***
​(0.015)
​Constante
14.571***
(0.213)
Observações16
r20.545
r2 Ajustado 0.513
Desvio padrão residual 0.078
Estatística F 16.790***



Obs: *** Significância ao nível de 1%. ** Significância ao nível de 5%. * Significância ao nível de 10%.





Para cada aumento de 1% na quantidade transacionada com Pix, os saques, em quantidade, diminuem, em média,
0,108%
. Ao levar em conta os saques, em quantidade, como
proxy do dinheiro físico (Tabela 2), o coeficiente do Pix é de -0,108, com significância estatística de 1%.
O coeficiente de determinação de 0,75% indica boa acurácia do modelo .xvii






Tabela 2 – Modelo simples de regressão duplo log, em quantidade.
(yi)=log(Saques em valor)
log (Pix)
-0.108***
(0.012)
​Constante
​15.254***
(0.185)
Observações16
R20.769
R2 Ajustado 0.753
Desvio padrão residual 0.074
Estatística F 46.672***






Os exercícios empíricos apresentados podem e devem evoluir. Propostas de estudos que detectem os
determinantes do uso do dinheiro físico e do uso do Pix (introdução de outras variáveis independentes), aumentem o
tamanho da amostra e apliquem testes de robustez, entre outros, constituem fecundas linhas de pesquisa. Além disso,
o nexo de causalidade intertemporal entre o uso do Pix e o uso do dinheiro em espécie, bem como entre o Pix e outros
meios de pagamentos, pode ser objeto de estudos futuros mediante aplicação do teste de Granger
xviii ou de outros métodos.




Conclusão


Este estudo mostra a utilização crescente do Pix, que, em 2021T2, superou o uso do dinheiro físico,
mensurado pelos market shares dos saques em valor e em quantidade, bem como revela a redução do uso de dinheiro
físico
. Além disso, os resultados dos parâmetros dos modelos econométricos estimados apresentaram os
sinais esperados, ou seja, reduções no dinheiro físico, dada elevações contemporâneas do Pix, mensurados em valor e
em quantidade. O dinheiro físico mostrou-se ser inelásticoxix em relação ao Pix entre 2020T4 e 2024T3,
entretanto, o expressivo aumento do Pix pode ter implicado redução relevante dos saques.


A diversidade na oferta de instrumentos de pagamentos contribui para o exercício da liberdade de escolha do
instrumento pela sociedade
. No Brasil, onde se observa níveis econômicos e tecnológicos díspares,
soluções de pagamentos tradicionais e inovadoras devem se integrar. A Agenda Evolutiva do Pix prevê
inovações como o Pix por aproximação, nos casos em que o pagador não tem conexão com a internet, e o Pix
Parcelado
. Assim a utilização do Pix tende a continuar contribuindo para maior concorrência entre os
instrumentos de pagamentos e para a redução dos custos desses instrumentos para a sociedade e, por conseguinte,
exigir revisões dos coeficientes estimados no presente estudo.

Monique de Abreu Azevedo, Breno Santana Lobo, Alex Nery Caetité e Daniel Palaro Canhete são servidores do Banco
Central do Brasil e atuam no Departamento de Competição e de Estrutura do Mercado Financeiro (Decem).




Referência

Banco Central do Brasil. (2007). Custo e Eficiência na Utilização de Instrumentos de Pagamento de Varejo. Disponível
em:


https://www.bcb.gov.br/content/estabilidadefinanceira/Publicacoes_SPB/Nota%20T%C3%A9cnica%20-%20Custo%20Eficiencia.pdf.
Acesso em: 02jul.2025.

Banco Central do Brasil. (2019). O Brasileiro e os hábitos de uso de meios de pagamento. Disponível em:
Relatorio_Decem_2157_2021.pdf.
Acesso em: 02jul.2025.

Banco Central do Brasil. (2023). O Brasileiro e os hábitos de uso de meios de pagamento (foco no uso do Pix).
Disponível em:
BC publica 2ª edição da pesquisa sobre o uso de meios de pagamento. Acesso
em: 02jul.2025.

Bech, M., Faruqui, U., Ougaard, F., & Picilo, S. (2018). Payments are a-changin’ but cash still rules”, BIS
Quarterly Review, March, 67-80.

Granger, C.W.J. (1969). Investigating Causal Relations by Econometric Models and Crosspectral Methods.
Econometrica, v. 37, n. 3, 424-438.

Keynes, John Maynard. (1936). The General Theory of Employment, Interest and Money, London: Macmillan (reprinted
2007)

Khiaonarong, T., & Humphrey, D. (2019). Cash Use Across Countries and the Demand for Central Bank Digital
Currency [IMF Working Papers, number 19/46-March 2019], International Monetary Fund.

Rysman, M., & Schuh, S. (2017). New Innovations in Payments.
Innovation Policy and the Economy, 17, 27–48.
https://doi.org/10.1086/688843

Sampaio, M.C. & Ornellas, J. R. H. (2024). Payment technology complementarities and their consequences on the
banking sector: evidence from Brazil’s Pix. BIS Papers n. 152, p. 17-43.



i Para maiores detalhes sobre o Pix em sua concepção e primeiros anos de funcionamento (2020-2022),
acessar
https://www.bcb.gov.br/content/estabilidadefinanceira/pix/relatorio_de_gestao_pix/relatorio_gestao_pix_2023.pdf.
Acesso em: 02jul.2025


ii A comparação do uso do Pix em relação ao uso dos demais meios de pagamentos não foi objeto de análises
desse estudo.


iii Um instrumento de pagamentos consiste no dispositivo ou no conjunto de procedimentos acordado entre o
usuário final e seu prestador de serviço de pagamento utilizado para iniciar uma transação de pagamento, de acordo
com a Lei nº 12.865, de 9 de outubro de 2013.


iv Chamado e-commerce, com destaque para o m-commerce (Mobile Commerce).


v A translog constitui forma funcional geral considerada abrangente, permitindo testar hipóteses da
teoria da produção e estabelecer valores discricionários para a elasticidade de substituição entre qualquer par de
insumos.


vi Khiaonarong e Humphrey (2019) advertem que, para representar o uso do dinheiro para transações, apenas
o componente de consumo do PIB deve ser considerado no denominador. Além disso, somente os bens e serviços de menor
valor comumente adquiridos com dinheiro e com seus substitutos, onde a moeda física é usada, devem ser considerados.


vii Inferior a USD75.


viii Vale mencionar que os pesquisadores não tinham informações acerca dos valores transacionados com
cheques, transferência de crédito, pagamentos instantâneos e com os demais pagamentos que comumente competem com
dinheiro.


ix Assume-se, nesse caso, que o dinheiro sacado é usado para consumir bens e serviços uma única vez.


x Trocas por produtos e serviços de alto e de baixo valor, bem como transferências.


xi Nessa abordagem, o meio de pagamento instantâneo, embora não seja substituto perfeito dos meios de
pagamentos disponíveis, potencialmente concorre com todos eles. O dinheiro físico, por exemplo, contempla a função
de troca por produtos e serviços, como o Pix, mas, também, de reserva de valor.


xii O Pix foi implementado em novembro de 2020, portanto, a série histórica trimestral utilizada no
presente estudo para comparar com o uso do dinheiro físico inicia-se em 2021T1.


xiii O resultado proveniente do diário de pagamentos, de 24,9%, é inferior ao uso do Pix mensurado pelo
market share da quantidade de saques, de 41%, o que pode ser explicado, em parte, por essa proxy contemplar
transações efetuadas por pagadores e recebedores (estabelecimentos comerciais). Vale observar, ainda, que um saque
pode ser usado para mais de uma transação, o que implica que a quantidade de saques pode subestimar o uso do
dinheiro físico para trocas por produtos e serviços.


xiv A probabilidade de cometer o erro tipo I, ou seja, de não aceitar a hipótese nula (H
0
1
=0
) sendo esta verdadeira, encontra-se abaixo de 1%.


xv O intercepto pode ser interpretado como a média ou efeito médio sobre y de todas as variáveis omitidas
no modelo de regressão.


xvi Como alternativa à variável dependente saques em valor, o valor do Papel Moeda em Poder do Público
(PMPP) foi testado, contudo, não houve significância empírica do coeficiente do valor do Pix na regressão. O PMPP
consiste no saldo do papel moeda emitido autorizado pelo banco central que se encontra em poder do público,
portanto, é igual ao dinheiro emitido menos os encaixes do banco central e dos bancos comerciais.


xvii Os modelos econométricos foram gerados com erros-padrões robustos a problemas de heterocedasticidade
com a finalidade de evitar viés da matriz de covariância ao aplicar o método de mínimos quadrados ordinários (MQO).


xviii Segundo Granger (1969), para cada unidade de observação, a variável x causa y se a previsão de y
usando a totalidade das informações disponíveis for melhor do que seria sem a inclusão de x.


xix Valor do coeficiente da elasticidade do uso do dinheiro físico em relação ao uso do Pix,
log(Pix), menor que 1.






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